Intervenção em hospitais adotará mesmo modelo do Trauma de JP

Intervenção em hospitais adotará mesmo modelo do Trauma de JP

O governador João Azevêdo disse, nesta sexta-feira (11), que as intervenções nos hospitais Metropolitano de Santa Rita e Regional de Mamanguape adotarão o mesmo procedimento já feito no início do ano, quando as mesmas unidades de Saúde e o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa, passaram pela primeira intervenção, com o afastamento da Cruz Vermelha Gaúcha.

“[A intervenção será] da mesma forma e tranquilidade que fizemos no Hospital de Trauma, no começo da gestão. Temos que tomar as providências para que os hospitais não deixem de prestar o serviço”, pregou o gestor.

Tanto o Metropolitano de Santa Rita, quanto o Regional de Mamanguape, eram geridos pelo Instituto de Psicologia Clínica, Educacional e Profissional (Ipcep), alvo da Operação Calvário. Na última quarta-feira (9), o governo determinou a intervenção nos hospitais, que valerá inicialmente por 90 dias. A administração estadual decidiu também pelo afastamento imediato de todas as pessoas responsáveis pela administração do Ipcep.

“O afastamento de pessoas de OS’s demonstra claramente que, para o Estado, o que mais importa é que a população não perca a qualidade do serviço que já implantamos. Faremos isso porque já mostramos que é possível fazer como aconteceu com o Trauma. Houve a intervenção, houve a retirada da OS’s que trabalhava lá e o hospital não deixou de atender a população. Por mais sério que seja o assunto, temos que ter cabeça fria, equilíbrio e tomar as providências que precisam ser tomadas”, complementou Azevêdo, em coletiva à imprensa.

Ainda de acordo com o gestor, os interventores – o coronel bombeiro Lucas Severiano de Lima Medeiros (Metropolitano de Santa Rita), e Gilson Mauro Costa Fernandes (Hospital Geral de Mamanguape) – estão em reunião nesta sexta-feira e estarão, a partir da próxima segunda-feira (14), nos hospitais.

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