Wilson Santiago diz que só pensará em ‘plano B’ após esgotar debate sobre disputa ao Senado

Wilson Santiago diz que só pensará em ‘plano B’ após esgotar debate sobre disputa ao Senado

O presidente estadual do PTB, Wilson Santiago, disse nesta sexta-feira, 09, que assumiu a tarefa de fortalecer a legenda e sempre afirmou que ouviria a base partidária antes de firmar aliança com outros partidos.

“Para você decidir de acordo com o que pensa o povo, a maioria das pessoas do estado, temos que estar sintonizados com o que os filiados e a população pensam, já ouvimos mais de 70% das bases e logo terminaremos essas conversas internas para decidirmos sobre o assunto de tamanha necessidade”, afirmou.

Wilson Santiago disse que o PTB se reunirá ainda este mês para afinar as relações e preferiu não antecipar a decisão para não descumprir o combinado entre os companheiros de agremiação.

Indagado sobre a fala do senador Cícero Lucena acerca de sua possível pré-candidatura na chapa de Cássio Cunha Lima, durante entrevista a Rádio Arapuan, ele disse que foi um desabafo de Cícero e, por isso, não se chateou com a situação.

Ele disse ainda que seu projeto é disputar o Senado, mas as alianças só serão definidas após reunião do partido, “60% da população enfrenta diversos problemas e eu me sinto preparado para isso, precisamos da sintonia de todos, nosso objetivo é disputar o senado e não tenho um plano B até esgotar essas possibilidades”, explicou.

Zona Franca do Semiárido

Sobre o projeto que apresentou no Senado acerca da criação da zona franca do Semiárido brasileiro, Santiago afirmou que “é o Semiárido é mais sofre com as mazelas do Brasil, tem o menor índice pluviométrico, precisamos de ações permanentes e estruturantes porque saber que nessa área mais seca está a maior parte dos beneficiados dos programas sociais como Bolsa Família não é suficiente, queremos oportunidade de desenvolvimento para as pessoas”, destacou.

Ele seguiu falando sobre a importância da implantação do projeto e afirmou que a instalação de empresas nos estados nordestinos criará mais de 100 mil empregos em dez anos.