Vinte e três açudes estão secos e outros 36 operam com menos de 20% de sua capacidade

Vinte e três açudes estão secos e outros 36 operam com menos de 20% de sua capacidade

Cada vez mais se configura um quadro grave de seca na Paraíba. As chuvas caídas no mês de janeiro não foram suficientes para reverter a situação nos mananciais que têm provocado colapso no abastecimento d’água de cidades no interior do estado.

Nesta semana, por exemplo, a Companhia de Agua e Esgoto da Paraíba começou a perfurar poços no leito da Cachoeira do Alves, principal reservatório do município de Itaporanga. O açude se encontra com apenas 1,7% de seu volume total que é de 10.611.196 m3.

De acordo com levantamento da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba, dos 124 reservatórios monitorados pela Aesa, 57 em estão situação crítica (menor que 5% do seu Volume Total).

Em outros 36 açudes os reservatórios estão em observação o volume é menor que 20% do seu volume total.

A situação é mais grave, no entanto, é registrada em  23 açudes de 22 municípios onde o volume está completamente esgotado.

 Os municípios de Teixeira, açude de Bastiana; Algodão de Jandaíra, açude de Algodão; Barra de São Miguel, açude de Bichinho; Cuité, açude Boqueirão do Cais; Picuí, açude de Caraibeira; Jericó, açude Carneiro; São José do Rio do Peixe, açude Chupadouro I; Gurjão,  açude Gurjão; Desterro, açude Jeremias; Taperoá, açude Lagoa do Meio;  Puxinanã, açude Milhã; Tavares, açude Novo II; Ouro Velho, açude Ouro Velho; Monteiro, açude Pocinhos; Prata, açude Prata II; Teixeira, açude Riacho das Moças; Riacho de Santo Antônio, açude Riacho de Santo Antônio; Riacho dos Cavalos, açude  Riacho dos Cavalos; Teixeira, açude Sabonete; Serra Branca, açude Serra Branca I; Monteiro, açude Serrote; São José do Sabugi, açude São José IV; Taperoá, açude Taperoá II;

 

 

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