Tôrres fala de cargos ‘infindáveis’ do PMDB e ataca Cartaxo sobre segurança

Tôrres fala de cargos ‘infindáveis’ do PMDB e ataca Cartaxo sobre segurança

Em entrevista ao jornalista Heron Cid, no programa Frente a Frente, da TV Arapuan, o secretário de Comunicação do Governo do Estado, jornalista Luís Tôrres,  comentou, na noite desta segunda-feira (1),  o rompimento do PMDB com a gestão Ricardo Coutinho, rebateu críticas do senador José Maranhão e alfinetou o prefeito Luciano Cartaxo por cobranças sobre as questões da Segurança Pública do Estado.

Para Luís Tôrres  o tamanho da  participação no governo não seria motivo para o PMDB romper politicamente como o governador Ricardo Coutinho, como foi alegado pelo presidente da legenda, Zé Maranhão. De acordo o secretário, se Maranhão fosse contar os cargos que tinha terminaria o processo eleitoral e  não acabaria os nomes da lista.

“Se ele fosse nomear de A a Z, pedindo para as pessoas saíssem do governo,  começaria hoje e só sairia depois das eleições de 2016”, afirmou.

Luís Tôrres atacou a formação do chamado ‘blocão’ (PSD/PMDB/PSDB) em torno da reeleição de Luciano Cartaxo. Para ele, o fato é um “movimento político eficiente” do prefeito, mas que, na sua opinião,  a  junção  foi formada com objetivo meramente de “destruir o governador Ricardo Coutinho”.  “Precisaria de algo mais nobre”, disparou.

O jornalista também não poupou críticas ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD) por causa de cobranças do gestor sobre resolução dos problemas da Segurança Pública. Ele  lembrou que Luciano Cartaxo já foi vice-governador da Paraíba e por isso “não tem moral para falar de segurança” porque os números da  sua gestão ao lado do ex-governador  José Maranhão foram “um estouro” e jamais  atingidos.

“Qual é a moral que o prefeito Luciano Cartaxo tem para falar em cima da Segurança Pública se ele e José Maranhão chegaram  ao Governo do Estado antes de Ricardo Coutinho”, lembrou  Tôrres acrescentando:

“Qual foi o investimento e o debate que ele travou com o governador Zé Maranhão sobre a segurança?  Nenhum.  E os números eram os piores”, finalizou.

 

 

 

 

Roberto Targino – MaisPB