Senador refuta exigências e afirma que não deve fidelidade e nem é submisso ao PSB

Senador refuta exigências e afirma que não deve fidelidade e nem é submisso ao PSB

O presidente da executiva estadual do PMDB na Paraíba, senador José Maranhão, prontamente respondeu às exigências do presidente da executiva estadual do PSB, Evaldo Rosas, que nesta quarta-feira (3), em João Pessoa, solicitou dos aliados reciprocidade para estabelecer as composições para as eleições de outubro.

Conforme o senador, o seu partido não deve nem fidelidade e muito menos é submisso à aliança feita com o PSB nas eleições passadas.

“Nós não temos nenhuma obrigação de apoiar os candidatos do PSB a prefeito, mesmo porque nossa aliança com o governador Ricardo Coutinho não incluiu esses itens”, disse.

Ele explicou ainda que a única condição estabelecida foi apoiar a candidatura à reeleição ao governo do Estado de Ricardo Coutinho e que o PMDB cumpriu com maestria além da participação no governo.

Para o senador, cada eleição é uma eleição, e o PMDB já tem um pré-candidato, Manoel Junior, lançado pelo Diretório Municipal, cuja candidatura foi referendada pelo vice-presidente da República, Michel Temer.

“Isso é uma coisa que raia aos limites da ingenuidade. Não há como impor esse procedimento de submissão de apoiar todos os candidatos do PSB. Por exemplo, em Sousa não tem como haver reciprocidade porque o candidato do PMDB é o prefeito André Gadelha, à reeleição, e é um direito que ele tem, mas o PSB tem candidatura própria lá com Tayrone. A mesma coisa acontece em Guarabira e Bayeux”, lembrou.

Portanto, disse ele, nesses locais não há como exigir a retirada da candidatura do PSB, uma vez que não é possível nenhuma renúncia de nenhum dos lados.

Para o senador, a reciprocidade é o respeito aos direitos dos candidatos, e usou a expressão popular “o pau que dá em Chico, dá em Francisco”.

 

 

 

 

Paraíbaonline