Santiago nega que tenha pago R$ 14 milhões por vaga de senador na chapa do PSDB e revela critério que tirou Cícero

Santiago nega que tenha pago R$ 14 milhões por vaga de senador na chapa do PSDB e revela critério que tirou Cícero

O candidato ao Senado na chapa do candidato Cássio Cunha Lima (PSDB) ao governo do Estado, Wilson Santiago (PTB) negou nesta terça-feira (29) que tenha pago R$ 14 milhões ao PSDB para ter a vaga de senador no partido da oposição. “Não é verdade. A especulação que você citou não é verdade. A primeira prova é que eu não tenho dinheiro para cumprir isso”, frisou.

Santiago revelou quais foram os critérios utilizados pelo PSDB para decidir pela sua candidatura ao invés da Cícero Lucena (PSDB). “Cássio adotou critérios, entre eles estava a questão geográfica do estado. Ele queria a participação de todas as regiões na chapa majoritária. Representação do sertão, Campina Grande e João Pessoa. Geograficamente a Paraíba precisara estar contemplada. Outro critério seria da opinião pública. Todos deveriam estar dispostos de enfrentar o critério da pesquisa de opinião pública. Por último, havia o critério da contemplação de vários partidos políticos na chapa”, explica.

O candidato revelou que o PSDB iindicaria o candidato a governador e os outros partidos indicariam os outros candidatos. Para explicar porque então o deputado Ruy Carneiro (PSDB) é o candidato a vice na chapa do PSDB, Santiago argumentou. “Ruy é o vice porque abdicou a candidatura à deputado para ceder o seu espaço para vários outros partidos. Tudo isso para respeitar os demais companheiros que já estavam com suas bases lançadas. Saindo um candidaura que tem 100 mil votos poderia contemplar cinco, seis partidos. Foi isso que o deputado Ruy se dispôs a fazer”.

Santiago ainda frisou a ampla aliança feita pelo PSDB para a campanha de 2014, com o apoio de vários partidos. Foi assim que nós montamos essa aliança, com 15 partidos com o mesmo objetivo de construir uma nova Paraíba. Fazer com que a Paraíba avance com participação popular e o respeito humano as pessoas”, finalizou. 

 


Paulo Dantas