Ricardo Marcelo revela que candidatura a Mesa da AL vai depender de deputados e admite conversas com Galdino

Ricardo Marcelo revela que candidatura a Mesa da AL vai depender de deputados e admite conversas com Galdino

O deputado estadual, Ricardo Marcelo (PEN), atual presidente da Assembleia Legislativa revelou que pode não disputar a presidência da Casa Epitácio Pessoa e admitiu até entendimento com o candidato a presidência, Adriano Galdino (PSB).

 

Em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta quarta (21), o deputado destacou que mesmo faltando apenas 10 dias para a votação na Casa, ele só irá se candidatar se for ‘a vontade dos seus pares e dos deputados’. Porém foi claro ao destacar que a candidatura não vai partir dele. “Se tem 10 dias até o último dia pode tomar a decisão. Daqui para lá vamos conversando e vendo os caminhos a ser traçados e seguidos”, diz.

 

Marcelo destacou que cumpriu seu papel na Casa e ressaltou a criação do PROCON da Assembleia que funciona já há um ano. Para ele, vai depender única e exclusivamente dos deputados a recondução do parlamentar para a presidência da Mesa.


O deputado também afirmou que não tem conhecimento de uma orientação do Senador Cássio Cunha Lima (PSDB) que em reunião com os deputados tucanos teria colocado o nome do deputado para ser apoiado em bloco pelo partido.


“Existe um movimento que pleiteia a minha recondução mas até agora não tenho nenhuma opinião formada a respeito”, afirma.


Marcelo garantiu que não vai impor candidatura e que se esse movimento achar por bem e ‘tiver plena consciência’ que eu deva ser reconduzido não tenho porque me opor, estou disposto, mas não vou gerar expectativa nem tampouco criar um ambiente onde eu seja a única voz nesse processo”, destaca.



Ainda sobre a eleição da Mesa, Ricardo Marcelo admitiu até o entendimento com Adriano Galdino que é candidato. Ele apontou que pode conversar com todos os parlamentares com acento na Casa Epitácio Pessoa: “são 36 deputados com os mesmos direitos”, contou mas negou que esteja ‘jogando a toalha’. “Tudo é possível e disposição de conversar tem que existir. São apenas 36 parlamentares, é um universo muito pequeno para você manter um antagonismo tão irreversível”, conclui.
 


 

 

 

Marília Domingues / Fernando Braz