Ricardo Barbosa diz que 'farra dos comissionados' em Cabedelo é vergonhosa e promete acionar justiça

Ricardo Barbosa diz que 'farra dos comissionados' em Cabedelo é vergonhosa e promete acionar justiça

O deputado estadual, Ricardo Barbosa (PSB), comentou o escândalo dos cargos comissionados na prefeitura de Cabedelo e destacou que já convocou sua assessoria para entrar com medidas cabíveis para acabar com o que ele taxou de vergonha.

Barbosa que já foi apontado como pré-candidato na cidade litorânea, reclamou que Cabedelo é, geograficamente, a menor cidade do estado da Paraíba, mas com uma “folha de comissionados imensa”. “Só nos casos de R$ 5 mil e R$ 10 mil dá mais de R$ 1,5 milhão por mês, com 13° vai para quase R$ 20 milhões por ano, fora o restantes dos comissionados”, reclamou lembrando que a folha de pagamento [divulgada pelo Rádio Verdade da Arapuan FM, nesta terça-feira (15)] é composta de pessoas próximas ao prefeito Leto Viana.

“Essa é uma coisa abominável, a sociedade paraibana se posiciona contrariamente a isso, a classe política, os cabedelenses tem que ter uma postura de repulsa, repúdio a essa indignidade”, criticou.

O socialista lembrou que é eleitor de Cabedelo há 10 anos, mora na cidade e como cidadão, não apenas como deputado estadual, se sente envergonhado. “É uma vergonha o que é praticado com o dinheiro do povo, a cidade vive um caos não tem estrutura nenhuma, uma das piores qualidades de vida da Paraíba apesar de ser uma das mais ricas em arrecadação no Estado e é preciso posicionamento do Ministério Público, da sociedade organizada, classe política, o povo de lá vá para as ruas cobrar imediatamente a demissão, exoneração desses cargos e a apuração pelas instituições que devem fazer”, destacou.

O próprio Barbosa admitiu que está estudando entrar com medidas contra a prefeitura de Cabedelo. Ele explicou que já convocou sua assessoria e até seu advogado pessoal para estudar os dados e garantiu que as medidas que estiverem ao seu alcance tanto como cidadão quanto como homem público, irá tomar. 

 

 

Marília Domingues / Marcone Ferreira