Repressão qualificada a crimes contra o patrimônio realiza 160 prisões na Paraíba este ano

Repressão qualificada a crimes contra o patrimônio realiza 160 prisões na Paraíba este ano

Trabalho investigativo rigoroso e pautado na repressão qualificada à violência, especificamente assaltos. Essa é a competência da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Roubos e Furtos) da Capital, que diariamente desenvolve ações no intuito de elucidar e prender os responsáveis por esse tipo de crime. De janeiro ao início de dezembro deste ano, a delegacia especializada realizou 160 prisões, sendo 90 em flagrante e 70 por cumprimentos de mandados. Os dados divulgados na quarta-feira (23) mostram ainda a apreensão de 34 armas de fogo.

A titular da especializada, delegada Júlia Valeska, ressalta que as operações policiais realizadas durante o ano contribuíram para desarticular organizações criminosas, muitas delas especializadas em ataques a instituições financeiras.

“Além do trabalho diário, sempre articulamos operações mais intensas, seja de pequeno, médio ou grande porte. Este ano, realizamos cinco grandes ações, a última delas, a ‘ Crow’, foi fruto de uma investigação de seis meses, em que mais de 20 pessoas foram presas, todas elas com envolvimento em crimes contra instituições financeiras. Além dessa, realizamos outras em que prendemos suspeitos de integrarem grupos de assaltos a estabelecimentos comerciais e residências e também de danos ao patrimônio público, como a Mercúrio I e II em que prendemos empresários suspeitos de participar de um esquema de roubo e receptação de equipamentos utilizados na transmissão de dados de telefonia e internet na Paraíba”, disse a delegada.

Atualmente a Roubos e Furtos conta com quatro equipes, cada uma formada por delegados, escrivães e agentes de investigação. “O nosso foco é a repressão qualificada aos crimes patrimoniais, em que o prejuízo para a vítima seja superior a 20 salários mínimos. Além deste tipo de crime, investigamos casos em que fica caracterizado o latrocínio, o roubo seguido de morte”, afirmou Júlia Valeska. 

Investigação efetiva – Três casos de latrocínio foram elucidados pela especializada este ano, o primeiro cometido contra o comerciante do bairro do Cristo, Júlio Leite Neto, no mês de junho, quando ele foi atingido por disparo de arma de fogo em uma tentativa de assalto em seu mercadinho.  Após o crime, foram identificados e apreendidos dois menores e preso um adulto. “Nós também elucidamos o caso envolvendo o senhor Orlando da Fonseca Paiva, empresário aposentado morto dentro de casa. A investigação foi concluída com a prisão dos três envolvidos no crime, incluindo o ex-motorista da vítima”, frisou Valeska.

 

 

Secom PB