Paraíba registra redução no número de crimes envolvendo instituições bancárias; queda foi de 27%

Paraíba registra redução no número de crimes envolvendo instituições bancárias; queda foi de 27%
As ocorrências relativas a crimes patrimoniais envolvendo instituições bancárias na Paraíba foram reduzidas no 1º semestre deste ano. Ações de repressão qualificada e inteligência executadas pelas polícias Civil e Militar fizeram com que de janeiro a junho de 2014 acontecessem 62 crimes desse tipo, enquanto que nos mesmos meses do ano passado foram 85 casos. A queda é de 27% se comparados os períodos.

A contagem dos números é feita pelo Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds), setor criado em 2011 para aferir os índices criminais do Estado por meio de uma metodologia multifonte. Segundo relatório do Núcleo, os dados abrangem o roubo, o furto qualificado (com maçarico ou explosivo, por exemplo) e os crimes contra o patrimônio de clientes, ocorridos dentro das instituições bancárias.

O secretário da Segurança, Cláudio Lima, explicou que as Polícias têm executado um trabalho diferenciado, principalmente durante a noite, nas áreas onde há instituições bancárias. “No interior, temos também um trabalho efetivo, se destacando as ações integradas que são realizadas em parceria com outros estados que fazem divisa com a Paraíba – Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará. Todos esses demonstram uma atenção efetiva com esse tipo de crime e se espera que também os bancos comecem a cooperar com a instalação de sistemas de segurança. A repressão feita pelos Estados tem gerado resultado”, afirmou.

O chefe da pasta acrescentou que a Seds tem acompanhado a formação de blasters, que são os técnicos, auxiliares dos engenheiros de minas, habilitados a trabalhar com explosivos. “Quem faz isso é a Gerência de Armas e Munição da Secretaria, que acompanha a formação e expede autorização e licença para que essas pessoas possam exercer a profissão na Paraíba. A fiscalização dos explosivos é competência do Exército, mas nós trabalhamos em conjunto, a fim de nos aperfeiçoar cada vez mais”, frisou.

 

Secom-PB