Paraíba fecha 2014 com maior taxa de crescimento do setor de serviços do Nordeste

Paraíba fecha 2014 com maior taxa de crescimento do setor de serviços do Nordeste

Apontado como atividade mais dinâmica da economia, o setor de serviços da Paraíba fechou o ano passado com a maior taxa de crescimento nominal entre os nove Estados da Região Nordeste. Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado registrou alta de 8,8% no acumulado dos doze meses de 2014, acima dos Estados da Região como Ceará (8%) e da Bahia (7%).

O índice ficou acima também da média do país (6%). Em dezembro, o crescimento do setor da Paraíba ficou em 3,2%.

No ranking do cenário nacional, a taxa de crescimento do Estado encerrou na quarta posição do país. O Distrito Federal (15,8%), Santa Catarina (9%) e Goiás (9%) ao lado da Paraíba (8,8%) lideraram o indicador no acumulado do ano passado, enquanto Piauí (0,7%), Roraima (-0,3%) e Amapá (-1,2%) apresentaram as menores taxas de crescimento do país.

Segundo o IBGE, no ano passado, a maior taxa de crescimento acumulado foi observada no segmento de serviços prestados às famílias, 9,2%. No segmento, os serviços de alojamento e alimentação cresceram 9,5%, além dos serviços profissionais, administrativos e complementares (9,3%).

Na Paraíba, o setor de serviços também liderou o saldo de geração de empregos entre as atividades econômicas. De acordo com os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o setor de serviços gerou saldo de 10.148 postos de janeiro a dezembro no ano passado no Estado, expansão de 25,22% sobre o mesmo período do ano passado (8.104).

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), primeiro indicador conjuntural mensal que investiga o setor de serviços no país, abrange as atividades do segmento empresarial não financeiro, exceto os setores da saúde, educação, administração pública e aluguel imputado (valor que os proprietários teriam direito de receber se alugassem os imóveis onde moram).

 

 

 

 

Fonte: Secom/PB