Oposição na AL terá novo líder e Renato Gadelha fala em 'recesso branco' no segundo semestre

Oposição na AL terá novo líder e Renato Gadelha fala em 'recesso branco' no segundo semestre

O deputado Renato Gadelha (PSC), revelou em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, nesta segunda-feira (4) que a liderança da oposição vai funcionar em rodízio e que os nomes mais cotados para assumir esta posição em 2016 são Bruno Cunha Lima (PSDB), Daniella Ribeiro (PP) e Raniery Paulino (PMDB).

Gadelha também afirmou que o deputado Janduhy Carneiro (PTN), não está cotado para assumir a liderança, pois gostaria de ser líder apenas em 2018, o último ano da legislatura, e negou que o parlamentar integre a base do governador Ricardo Coutinho (PSB). “Ele se absteve na votação do Tribunal de Contas dos Municípios, mas teve pessoas da base que também se abstiveram ou votaram contra e isso não significa que mudaram da situação para a oposição”, explicou.

De acordo com Renato Gadelha, a decisão de realizar um rodízio anual de líderes foi tomada desde o início da legislatura em 2015. “Fizemos um acordo para que cada ano tivesse um líder novo e o meu mandato expirou agora no final de 2015. Vamos fazer reunião uma semana antes do retorno aos trabalhos da AL e vamos definir o nome desse novo líder”, afirmou.

Questionado a respeito do nome de Bruno Cunha Lima, Renato também citou Daniella Ribeiro e Raniery Paulino como possíveis líderes. Ele lembrou também que Dinaldinho Wanderley (PSDB) que deve sair candidato a prefeito de Patos e Zé Aldemir (PEN) também provavelmente irá disputar eleição em Cajazeiras. Já Camila não quis participar e ele lembrou ainda que Manoel Ludgério tem uma participação efetiva em vários municípios e não gostaria de ser líder este ano. “Mas ainda é cedo, quem tem tempo não tem pressa”, disse.

Eleições Municipais

A respeito de 2016 ser um ano eleitoral, o deputado afirmou que esse fator muda muito a parte administrativa e se mencionam muitos problemas locais. “A vida nas cidades tem muito forte o sentimento político e a eleição mobiliza as pessoas”, comentou lembrando que o primeiro semestre deve ser discussões políticas e administrativas, mas no segundo haverá uma espécie de “recesso branco”, onde haverão reuniões deliberativas, mas o resto do tempo “vamos correr esse estado atrás de eleger o maior número de prefeitos para cada agremiação a que a gente pertence”, concluiu. 

 

 


Marília Domingues / Fernando Braz