Nonato garante que relação com Cartaxo se mantém cordial, mas decisão de apoio será revista em 2016

Nonato garante que relação com Cartaxo se mantém cordial, mas decisão de apoio será revista em 2016

O vice-prefeito Nonato Bandeira, presidente estadual do PPS, revelou que a relação com o prefeito Luciano Cartaxo (PT) continua cordial e sempre foi boa. “Nossa relação pessoal administrativa sempre foi cordial, sempre foi boa. Nós tivemos um distanciamento político porque ele fez uma opção e nós fizemos uma opção que todos já conheciam. Mas afora isso eu acho que a questão administrativa tem que ser separada”, pontuou.

Cartaxo apoiou a reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB), enquanto Nonato preferiu trabalhar pela eleição de Cássio Cunha Lima (PSDB). 

Todavia, Bandeira revelou que partidários da legenda podem manter definições separadas, mas em 2016 os correligionários de todos os 223 municípios se reunirão e definirão se os apoios permanecem ou deverão ser revistos.

“Já vi muita especulação, falando coisas que desconhecem da realidade. Eu acho que uma coisa é a administração e outra coisa é o gerenciamento político. Até porque ele (Luciano Cartaxo) é de um partido e eu sou de outro partido. Os partidos têm os seus dogmas, seus princípios e as suas posturas políticas”, argumentou.

O vice-prefeito lembrou que o PPS em 2012 foi eleito junto com Cartaxo numa aliança majoritária e proporcional. “Nós fomos eleitos como vice-prefeito na chapa, com três vereadores e o PT fez dois vereadores. Foi uma aliança tanto majoritária quanto proporcional. A questão de 2016 nós só vamos definir em 2016. Juntamente os diretórios de todos os municípios, não só João Pessoa, mas os 223 municípios. Nós vamos nos reunir e decidir. Todo mundo pode ter o seu posicionamento agora, mas o posicionamento geral vai ser apenas em 2016”, ressaltou.

Segundo Bandeira, o que irá determinar as alianças serão “os andamentos administrativos, o andamento político e a condução da gestão política. Não vamos tomar nenhuma decisão em 2015, até porque acho que atrapalharia a administração se falar em eleição em 2015”, finalizou.

 


Paulo Dantas/Fernando Braz