‘Não há mais motivos para o empresariado temer ou não apostar no turismo da PB’, diz Luis Torres sobre Centro de Convenções

‘Não há mais motivos para o empresariado temer ou não apostar no turismo da PB’, diz Luis Torres sobre Centro de Convenções

Para o secretário de Comunicação da Paraíba, jornalista Luis Torres, não há mais motivos para o empresariado temer ou para não apostar no turismo da Paraíba. Após a inauguração do Teatro “A Pedra do Reino”, Torres vê avanços para a construção do  ‘Polo Cabo Branco’.

O secretário afirmou que o governador precisa agir no limite específico da seara dos outros poderes. “O Polo Cabo Branco houve um esforço desde o primeiro mandato para o destravamento desse projeto que já está aí nos seus 30 anos, a partir do chamamento do empresariado que foi beneficiado na primeira vez e a partir de então todas as medidas jurídicas foram tomadas, ação para a suspensão imediata dos que não cumpriram, inadimplentes, os que descumpriram ou praticaram crimes ambientais já foram tomadas além de outras medidas de contenção, operação conjunta para embargar algumas áreas que estavam sendo irregularmente invadidas, tudo isso foi tomado”, disse.

Apesar disso, Torres afirmou que quando algum processo está no judiciário é preciso “ficar em cima” e “não baixar a guarda” e garantiu cobraça. “Está no limite do judiciário, depois daí não há como avançar”.


Torres garantiu que não vai tergiversar sobre isso, seja qual foi o empresário ou o projeto. “Se de fato não andarem, algumas já estão dando respostas mais rápidas, não haverá flexibilidade, nenhum processo de generosidade para amolecer em relação a cobrança que se tem de projetos que deveriam sair do papel, para acompanhar o ritmo de área que vai se desenvolvendo no Estado”, contou.


O jornalista destacou ainda o Estação Ciência como o ponto turístico mais visitado do estado e agora o Centro de Convenções. “Se faltava algo para o empresariado apostar ou não, ter ou não coragem de apostar no turismo da Paraíba, acho que não há mais razão nem motivos para temer. É nisso o que a gente aposta, e nessa cobrança e vontade”, concluiu.

 

 

 


Marília Domingues