Mulheres são fotografadas sem roupas, durante exame médico no Exército da Argentina

Mulheres são fotografadas sem roupas, durante exame médico no Exército da Argentina

Pelo menos duas mulheres foram secretamente fotografadas durante um exame médico realizado no Colégio Militar de La Nación, na Argentina. As fotos vazaram e rapidamente se espalharam pela internet. As imagens são absurdas. O caso gerou revolta dentro — e fora — da instituição, localizada na cidade Buenos Aires 

Pelo menos duas mulheres foram secretamente fotografadas durante um exame médico realizado no Colégio Militar de La Nación, na Argentina. As fotos vazaram e rapidamente se espalharam pela internet. As imagens são absurdas. O caso gerou revolta dentro — e fora — da instituição, localizada na cidade Buenos Aires

Em uma das fotos que rodou as redes sociais argentinas, é possível notar que um sujeito aparece no canto direito. Aparentemente, alguém que trabalha no colégio militar, cuja missão é educar os futuros oficiais do exército do país

Um médico de 40 anos, cujo nome não foi divulgado, foi suspenso por ser suspeito de ser o autor das imagens. Não se sabe, no entanto, é o mesmo que aparece em uma das fotos

Um médico de 40 anos, cujo nome não foi divulgado, foi suspenso por ser suspeito de ser o autor das imagens. Não se sabe, no entanto, é o mesmo que aparece em uma das fotos 

Uma das vítimas seria uma candidato para trabalhar na área de enfermagem do Exército. Segundo o jornal local El Liberal , ela estava no meio de um exame admissional.

Em comunicado à imprensa, o Exército argentino disse que uma queixa criminal será feita para que os responsáveis pelas fotos proibidas possam ser penalizados

O Exército Argentino condena veementemente qualquer conduta que viola o direito à privacidade dos indivíduos e, por isso, trataremos o caso de forma série e com a maior rapidez possível

A americana Ethel Easter fez acusações graves contra médicos do hospital Hospital Lyndon B. Johnson, em Houston, no estado do Texas (EUA). Submetida a uma operação de hérnia de disco, ela escondeu um gravador no meio do cabelo para registrar o áudio. Flagrou os médicos desse hospital fazendo ofensas e piadas sobre o corpo dela, além de insinuações racistas. Isso tudo durante o procedimento cirúrgico, enquanto a paciente estava sedada.

A paciente disse, em entrevista ao canal Fox26, que o doutor a destratou quando ela reclamou que a espera pelo procedimento — de dois meses — era longa demais.

Ela disse ao médico que chamaria um advogado para resolver a questão, o que deixou, segundo Ethel, o profissional ainda mais irritado. "Levantou a voz contra mim", afirmou.

"O médico me disse 'quem você pensa que é para reclamar da espera? Não sabe que têm outras pessoas esperando pela operação? Você precisa aguardar, como todo o mundo'. Ele ficou realmente bravo só porque achei que o tempo era muito grande", lembrou ela.

"Argumentei que estava doente, sofrendo com dores", conta. "Sem sucesso"

Moradora do condado de condado de Harris, também no Texas, Ethel gravou o áudio porque estava desconfiada de um dos médicos que a atendeu, dois meses antes da cirurgia, e que acabaria conduzindo a operação.

A paciente disse, em entrevista ao canal Fox26, que o doutor a destratou quando ela reclamou que a espera pelo procedimento — de dois meses — era longa demais.

Ela disse ao médico que chamaria um advogado para resolver a questão, o que deixou, segundo Ethel, o profissional ainda mais irritado. "Levantou a voz contra mim", afirmou.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Por R7