Mais de 350 mil pessoas na Paraíba já foram vacinadas contra a influenza

Mais de 350 mil pessoas na Paraíba já foram vacinadas contra a influenza

Na primeira semana da campanha nacional contra a influenza, a Paraíba já imunizou 354.531 pessoas dentro dos grupos prioritários. O balanlo parcial foi divulgada hoje (6) do site da campanha. Esse número representa uma cobertura de 41,55% da meta.

 No Estado, a população do grupo prioritário é de 946.103 pessoas e a meta é vacinar pelo menos 80% delas (759.280 pessoas). A campanha deste ano foi aberta oficialmente no dia 30 de abril – o Dia D de Mobilização aconteceu no município de Santa Luzia – e segue até o dia 20 deste mês.

A vacina contra a gripe é atualizada todos os anos para controlar a circulação viral no período sazonal. Sua composição é feita minuciosamente por pesquisadores e definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Para 2016, a Paraíba recebeu até o momento 870 mil doses da vacina contra a gripe (87%). A previsão é que as demais doses cheguem até o dia 13 deste mês. Mais de 2 mil postos de vacinação estão em funcionamento para atender a demanda”, informou a assessora técnica do Núcleo de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Márcia Mayara.

Para a campanha em 2016, o público-alvo são crianças de seis meses a menores de cinco anos; indivíduos com 60 anos ou mais; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de liberdade e trabalhadores do sistema prisional; população indígena; trabalhadores de saúde; portadores de doenças crônicas e jovens 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas. O público-alvo deve apresentar o cartão de vacinação nos postos. 

Para toda a população, a prevenção é fundamental. “Algumas medidas de prevenção devem ser intensificadas como: a lavagem das mãos com água e sabão, quando não for possível utilizar o álcool gel; ao tossir e espirrar utilizar lenços descartáveis ou antebraço; evitar locais de aglomeração; em casos de quadro gripal, nos primeiros dias evitar freqüentar escola, trabalho entre outros, evitando assim a transmissão de qualquer agente etiológico. Recomenda-se, ainda, aos profissionais de saúde manter a vigilância, identificando precocemente os casos suspeitos e intervindo oportunamente para que estes não cheguem à gravidade,  o que pode culminar em óbito”, explicou a gerente de Vigilância Epidemiológica da SES, Izabel Sarmento.

 

 

 

 

Secom