Luis rebate criticas de Eduardo Cunha a RC e diz que peemedebista está com 'dificuldade perante opinião pública'

Luis rebate criticas de Eduardo Cunha a RC e diz que peemedebista está com 'dificuldade perante opinião pública'

As críticas feitas pelo presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), ao governador Ricardo Coutinho (PSB), durante visita à Paraíba em que manifestantes foram à Assembleia Legislativa protestar, não ficaram sem resposta. O secretário de Comunicação da Paraíba, Luis Torres, lamentou a politização e partidarização do debate e negou contraordem ou orientação para a Polícia Militar.

Torres destacou que o governo lamenta que Cunha tenha vindo à Paraíba politizar e partidarizar um debate como esse e se esperava que ele viesse debater assuntos importantes para o país, mas que isso não aconteceu.

De acordo com Torres, não existiu nenhuma contraordem ou orientação à PM para não se fazer presente na Casa.

O secretário explicou que o dever de segurança é do Estado, mas que há condições de se conter o descontentamento do povo em relação às posturas de Cunha e estranhou que a assessoria militar da Câmara Federal não tivesse previsto as manifestações.

Manifestações, estas, que estavam sendo marcadas já por rede social, como o caso do Movimento do Espírito Lilás que divulgou nesta quinta (9), conclamando a população para um ato de repúdio ao parlamentar.

Para Luis, é evidente que Cunha está em dificuldades perante à opinião pública.

Antes, a deputada Estela Bezerra (PSB), também repudiou o deputado. "Isso é um absurdo, o governador está fazendo agenda administrativa, o primeiro ciclo do Orçamento Democrático na sua segunda gestão, é um homem seério e no meu entendimento poderia ter sido construída uma via de diálogo, não precisaria ter força policial aqui, contudo não acredito que o governador tenha qualquer envolvimento com impedimento de a polícia", afirma. 

Estela também lembrou que se a polícia chegou a ser convocada e não esteve presente quem deve ser questionado é o Coronel Euller, e afirmou que dentro da Casa não tinha condições de avaliar o que estava acontecendo fora.  

 

 

 


Redação