Janduhy acusa deputados de ‘fazerem lobby’ na CPI da arbitragem e desconversa sobre investigar Rosilene Gomes

Janduhy acusa deputados de ‘fazerem lobby’ na CPI da arbitragem e desconversa sobre investigar Rosilene Gomes
O deputado Janduhy Carneiro (PTN), acusou os deputados que se recusaram a assinar a CPI da Arbitragem proposta por ele na Assembleia Legislativa, de fazerem ‘lobby’, afirma que as denúncias são gravíssimas, mas desconversa sobre convocação da ex-presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Rosilene Gomes.

Para Carneiro quem deve, teme e ele afirmou que se há pessoas preocupadas com a CPI apurar as irregularidades e ilicitudes é porque “há algo estranho com relação a isso”. De acordo com o parlamentar, não é de agora que as denúncias começaram, mas desde 2011.

 

Questionado sobre o período a ser investigado, o deputado afirmou que trata-se do mandato do atual presidente da FPF, Amadeu Rodrigues, e que começou a receber as denúncias em 2011, pois foi seu primeiro mandato na Casa, ignorando assim se existiam as mesmas irregularidades no período em que o deputado não era ainda parlamentar.

 

“Recebemos várias denúncias que vem de presidentes de clubes, de torcedores… vem de batente tempo, infelizmente quando se busca colher as assinaturas chega a hora da dificuldade que é o lobby na casa. Um parlamentar diz que primeiro tem que conversar com não sei quem porque não tem idenpendência para tomar uma atitude”, reclama.

 

Carneiro afirmou que converscou com o líder do governo, Hervázio Bezerra (PSB) que se prontificou e agora espera que os liderados pelo socialista também assinem a CPI, outro que assinou foi o deputado Edmílson Soares (PEN).

 

“As denúncias são gravíssimas, com relação à Federação Paraibana de Futebol, o período desde 2011 até a presente data e envolvendo também os árbitros de futebol da Paraíba. Como a comissão de arbitragem é escolhida pelo presidente da FPF, a CPI vai apurar o apito e a bola”, destaca.

 

Quanto a chamar Rosilene Gomes, Janduhy afirmou apenas que as denúncia que chegaram até ele começaram em 2011 que é o período do atual presidente, mesmo apontando que esse período coincide com o início de sua legislação, ele não deu sinais de que investigaria o passado.

 

 


Marília Domingues / Fernando Braz