Impeachment: Secretário diz que adversários querem 3º turno e não aceitam crescimento do Brasil

Impeachment: Secretário diz que adversários querem 3º turno e não aceitam crescimento do Brasil

O Secretário de Articulação Política de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, afirmou, em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, que  o movimento nacional pelo Impeachment da presidente Dilma Rousseff não passa da insatisfação dos adversários que não aceitam o resultado das eleições, nem o processo de crescimento do país  e querem um terceiro turno.

“O que eles, os adversários, querem é criminalizar a política, criminalizar aqueles que ao longo dos últimos 12 anos propiciaram um país melhor com uma melhor distribuição de renda e oportunidades de empregos”, disse o secretário,  ao lembrar que essa mesma situação já aconteceu com outros governantes brasileiros ‘ e eles podem ser vítimas dessa campanha, desse movimento’, alertou

Sobre a participação do PMDB nesse movimento de impeachment, o secretário disse apenas que a oposição não tem um projeto político claro e está fazendo um movimento ‘pouco inteligente’ “porque não existe clima e não tem substância política ou jurídica que justifiquem um impeachment da presidente Dilma”, garantiu.

De acordo com o secretário a presidente Dilma não está envolvida em nenhum escândalo, está tomando todas as providências com relação à Petrobras “com a colocação dos culpados, inclusive gente do PT, na cadeia e, portanto, tudo aquilo que diz respeito ao combate a  corrupção  em nenhum governo brasileiro  se deu tanto autonomia aos poderes”, disse Adalberto Fulgêncio.

Gato por lebre – Sobre as promessas feitas pela presidente Dilma durante a campanha política e que agora não estão sendo cumpridas, Adalberto Fulgêncio disse que em nenhum momento a presidente Dilma enganou o povo brasileiro.

“Ela sempre admitiu que o país estava em dificuldades  e acredito  que essas medidas ‘duras’ que estão sendo tomadas agora  é para retomar o crescimento do país  e para honrar com todos os compromissos. Ele  admitiu que Dilma tem dificuldades de relacionamento,  de  diálogo, de comunicação e de fazer política  com a Câmara  e o Congresso Nacional, com o setor produtivo e com a própria imprensa “ e ao meu ver ela falha nisso”, completou.


 
 


Paulo Cosme