Identificados quatro suspeitos de estuprar menores de oito, 11, 13 e 15 anos em Itaporanga...

Identificados quatro suspeitos de estuprar menores de oito, 11, 13 e 15 anos em Itaporanga...
Quatro casos de estupros estão sendo investigados pela Polícia Civil na cidade de Itaporanga, no Vale do Piancó.
 
A violência sexual envolve duas irmãs, de 11 e 13 anos, e dois menores, de 8 e 15 anos.
 
Os inquéritos policiais estão sendo  são presididos pelo delegado Cristiano Santana. Os abusos teriam ocorridos entre os dias 21 e 24 de setembro, mas foram divulgados nesta quinta-feira (9).
 
 

Em entrevista, o delegado revelou que as irmãs estavam sendo estupradas há meses e os suspeitos são o primo e um vizinho das vítimas. Elas denunciaram o crime ao Conselho Tutelar, que formalizou denúncia na delegacia. Os estupros ocorriam na localidade conhecida como ‘Vila Mocó’.
 
“Os suspeitos aproveitavam que as meninas ficavam sozinhas em casa durante o dia e aproveitavam a situação para manter relações sexuais com elas, sem consentimento. Os abusos já vinham ocorrendo há meses”, confirmou o delegado, informando que os suspeito já foram identificados e será pedido à Justiça o mandado de prisão dos envolvidos. O resultado do exame sexológico ainda não foi divulgado.
 
Santana revelou que também está investigando o estupro de um adolescente de 15 e uma criança de 8 anos, que são amigos. As vítimas teriam sido convidadas por um adolescente de 17 anos para irem até um terreno onde funcionava um antigo lixão onde foram estupradas. O caso foi descoberto por uma das mães dos menores.
 
“Quando os três chegaram no terreno, o suspeito manteve relação sexual com os garotos. Quando os menores chegaram nas casas deles, lamentaram de dores. A mãe da criança a levou para o hospital onde foi detectado fissura e sangramento anal grave. Tanto a criança como o adolescente passaram por uma cirurgia de emergência para reconstituição da cavidade do ânus”, falou Cristiano Santana.
 
O delegado avisou que já pediu ao Ministério Público a internação do adolescente para o cumprimento de medida socioeducativa.
 
Por Hyldo Pereira