Estratégia de Campanha: RC deve investir em comparação de sua gestão com a de Cássio e Maranhão como mote de campanha

Estratégia de Campanha: RC deve investir em comparação de sua gestão com a de Cássio e Maranhão como mote de campanha

Trabalho. Esse é o mote da campanha do candidato a reeleição ao Governo do Estado, Ricardo Coutinho (PSB). O coordenador de campanha da coligação “Força do Trabalho”, Célio Alves, afirmou que serão considerados os resultados administrativos de três anos e meio da gestão atual em comparação aos outros Governos.

Mas a comparação dos Governos vai em especial com a gestão do PSDB, principal adversário do PSB segundo os resultados das pesquisas. “Esse é o tom da campanha”, disse Célio.

De acordo com o coordenador da campanha, Ricardo está sempre acompanhado do candidato ao Senado, Lucélio Cartaxo (PT). “Como não poderia deixar de ser, a chapa de Ricardo e Lucélio é tudo junto e misturado”, declarou.

Célio ainda afirmou que os candidatos irão buscar mais o contato direto com a população. “Ricardo e Lucélio têm mais condição de olhar no olho do eleitor por tudo que foi feito até aqui”.

Além de candidato, Ricardo é governador do Estado e tem agenda administrativa a cumprir, mas Célio garante que a campanha não tem atrapalhado o trabalho de governador. “Ricardo tem alternado e conciliado as duas agendas. O trabalho fica mais intenso, ele tem que se desdobrar fisicamente e psicologicamente, para não prejudicar a administração nem a campanha”, pontuou.

Redes Sociais – O PSB também está presente na web. Célio destacou que existe uma presença espontânea da militância, mas naturalmente a campanha também se estende para as páginas da rede. “Estamos potencializando. Entendemos que será um grande diferencial nessa campanha”, colocou.

Célio ainda afirmou que existe uma blindagem da mídia mais conservadora em relação a candidatura do Governador e a maior liberdade das redes sociais pode ser um atalho para furar essa blindagem.

Debates – O candidato ao Governo irá participar de todos os debates conforme a legislação permite. Segundo o coordenador, vários debates já estão agendados com emissoras de televisão e rádio.

 


Pedro Callado