Efraim Filho vai relatar PL que agrava acidente resultante de álcool e direção

Efraim Filho vai relatar PL que agrava acidente resultante de álcool e direção

O deputado federal paraibano Efraim Filho (Democratas) recebeu em seu gabinete a visita da ONG "Nâo Foi Acidente", movimento que surgiu há 3 anos e meio após ter início a iniciativa popular que busca dar mais rigidez aos acidentes de trânsito causados por condutores alcoolizados. Com mais de 1 milhão de assinaturas, o Projeto de Lei do Movimento Não Foi Acidente foi aprovado na Comissão de Viação e Transporte e encaminhado para Comissão de Constituição e Justiça onde terá como relator o deputado federal paraibano Efraim Filho (Democratas).

São mais de 60 mil mortes na violência viária todos os anos, e o Movimento Não Foi Acidente quer que, através de leis mais rígidas, os motoristas deixem de cometer crimes bárbaros e causar mortes que poderiam e deveriam ser evitadas.

O parlamentar ressaltou a importância da relatoria: “Com muito prazer e com sentimento de grande responsabilidade recebo a relatoria desse Projeto na Comissão de Constituição e Justiça, onde poderemos contribuir com essa iniciativa popular que visa coibir os crimes de trânsito envolvidos com álcool, e que terminaram em vítimas fatais, deixando traumas nas famílias, esperamos também contribuir com o caráter educativo dessa medida para que aqueles que bebam nunca dirijam”, declarou.

O movimento "Não Foi Acidente" surgiu quando Miriam e Bruna Baltresca morreram atropeladas por um motorista embriagado em setembro de 2011. Rafael Baltresca criou o movimento e, em 15 de outubro do mesmo ano, houve a “Caminhada para a Vida”, momento em que a petição pública teve início.

Logo depois, o Movimento se juntou ao Movimento Viva Vitão, criado pelos familiares e amigos do Vitor Gurman, morto em um atropelamento em julho de 2011. Vitor também foi vítima de uma motorista embriagada. Viva Vitão recebeu apoio dos familiares de vítimas de crimes de trânsito. Maria Luiza Hausch é mãe de Alex Hausch, vítima fatal de um crime de trânsito. Lourdes Nunes é mãe de Luís Aceto e nora de Eveline Soares, ambos mortos em 2001.

O projeto de lei, depois da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), será analisado pelo plenário para depois ir para o Senado e Presidência.

 

 

 

Assessoria