Dólar fecha abaixo de R$ 3,70 e renova mínima no ano

Dólar fecha abaixo de R$ 3,70 e renova mínima no ano

O dólar fechou em queda em relação ao real nesta quarta-feira (9), abaixo de R$ 3,70, e voltou a terminar o dia no menor valor do ano, dando continuidade ao viés de queda visto recentemente em meio à alta dos preços do petróleo, à atuação do Banco Central e ao cenário político brasileiro.

 

A moeda norte-americana fechou em queda de 0,72%, a R$ 3,697 - menor patamar desde o dia 20 de novembro de 2015, quando fechou em valor idêntico

 

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, queda de 0,04%, a R$ 3,7372
Às 9h40, queda de 0,34%, a R$ 3,7262
Às 10h30, queda de 0,42%, a R$ 3,7261
Às 11h, queda de 0,6%, a R$ 3,7162

Às 11h30, queda de 0,74%, a R$ 3,7111
Às 12h, queda de 1,06%, a R$ 3,6993.
Às 12h45, queda de 1,19%, a R$ 3,6944.
Às 13h12, queda de 1,29%, a R$ 3,6907.
Às 14h, queda de 1,16%, a R$ 3,6954

 

A alta dos preços do petróleo trazia fôlego  adicional ao bom humor que vem permeando os mercados domésticos nas últimas sessões. A commodity era influenciada por expectativas de que os principais produtores do mundo podem acertar ainda neste mês o congelamento da produção.

O tom positivo, no geral, tem predominado no mercado doméstico conforme cresce a percepção de que os escândalos de corrupção no âmbito da operação Lava Jato estariam elevando a chance de a presidente Dilma Rousseff não concluir seu mandato.

O tema impeachment voltou a crescer recentemente à medida que as investigações de corrupção no Brasil se aproximaram do governo, sobretudo após a operação Lava Jato ter chegado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim da semana passada.

A atuação do BC também ajudava a trazer alívio ao mercado de câmbio, após anúncio de leilão de venda de até 2 bilhões de dólares com compromisso de recompra para esta tarde reforçar que a autoridade monetária está pronta para corrigir exageros.

Pela manhã, o BC promoveu mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem no próximo mês, vendendo a oferta total de 9,6 mil contratos.

 

 

 

G1