Dólar começa fevereiro em queda e chega a operar abaixo de R$ 4

Dólar começa fevereiro em queda e chega a operar abaixo de R$ 4

O dólar começou o mês de fevereiro operando em queda. É o terceiro dia de negócios seguido de baixa na cotação da moeda norte-americana. O dia é de baixo volume de negócios, na véspera do fim do recesso parlamentar.

Às 14h40, o dólar era vendido a R$ 3,9819, em baixa de 1,02%. 
 
Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h10, queda de 0,47%, a R$ 4,0053
Às 9h30, queda de 0,6%, a R$ 3,9998
Às 9h50, queda de 0,62%, a R$ 3,9993
Às 10h20, queda de 0,68%, a R$ 3,9969
Às 10h29, queda de 0,475%, a R$ 4,0052
Às 11h, queda de 0,47%, a R$ 4,0052
Às 11h20, queda de 0,63%, a R$ 3,9991
Às 11h30, queda de 0,23%, a R$ 4,0147
Às 12h20, queda de 0,53%, a R$ 4,0026
Às 12h58, queda de 0,40%, a R$ 4,0082
Às 13h40, queda de 0,69%, a R$ 3,9964
Às 13h50, queda de 0,9%, a R$ 3,9879
 

"O foco deve voltar à política brasileira amanhã, quando termina o recesso parlamentar. Enquanto isso, o mercado está em clima de espera, sem muitos movimentos", disse à Reuters o operador da corretora Intercam Glauber Romano.

Após o fechamento dos mercados na sexta-feira, o BC anunciou para esta segunda o início da rolagem dos contratos de swap cambial – que equivalem a venda futura de dólares – com oferta que, se mantida, deve ser suficiente para rolar integralmente o lote que vence em março.

Nos mercados externos, dados fracos sobre a economia chinesae a queda dos preços do petróleo mantinham o quadro de cautela. Esses dois fatores vêm desempenhando um papel importante nos mercados de câmbio nas últimas semanas, levando a moeda norte-americana a avançar em relação às principais moedas emergentes.

Na sexta-feira, o dólar fechou em baixa de 1,37%, a R$ 4,0243. Em janeiro, a moeda subiu 1,93%. Na semana, houve queda de 2,1%.

Durante o mês, o dólar chegou à maior cotação da história. No dia 21 de janeiro, a moeda fechou os negócios cotada a R$ 4,1655.

A alta mensal registrada em janeiro foi a terceira seguida. Segundo a Reuters, em três meses a moeda registrou valorização de 4,18%.

 

 

 

G1