Diretor das FIP e Ricardo Coutinho se reúnem para tratar da expansão da Faculdade com permuta do Presidio

Diretor das FIP e Ricardo Coutinho se reúnem para tratar da expansão da Faculdade com permuta do Presidio
O Governador Ricardo Coutinho e o diretor das Faculdades Integradas de Patos (FIP), Leuson Palmeira, se reuniram na tarde desta quinta-feira (16), na Granja Santana, e trataram sobre a permuta de um terreno do Estado onde funciona uma cadeia pública para a ampliação da faculdade que abrirá novos cursos e laboratórios.
 
Isso vai significar a geração de 700 empregos diretos no município.
 
Durante o encontro ficou definido que a FIP dará uma contrapartida compatível ao valor do terreno no centro de Patos com a construção de um presídio feminino fora da cidade, a compra de equipamentos para o novo presídio e para serviços públicos a serem definidos pelo Estado e em capacitação de alunos da rede pública e professores.
 
 

 

Os detalhes da permuta serão definidos pela secretaria de Administração do Estado e pela direção da FIP, que oferece 17 cursos de graduação com mais de 80 turmas em funcionamento, totalizando 700 professores e funcionários e mais de 3.000 alunos.
 
O Governador destacou os benefícios que a permuta trará tanto para os alunos da instituição quanto a população em geral da cidade: “A cadeia no centro da cidade é algo que incomoda a população. Além de ser muito antiga e não oferecer condições adequadas para as mulheres presas. Nesta parceria todos saem ganhando: o Estado e o povo”, destacou.
 
O diretor da FIP, Leuson Palmeira, disse que a retirada da cadeia pública é um sonho antigo da população. “Esta permuta representa não apenas a ampliação da faculdade, mas a resolução de um problema antigo que é conviver com uma cadeia pública numa área central criando um clima de insegurança”, afirmou.
 
A secretária de Administração do Estado, Livânia Farias, destacou que esse é mais um avanço do governo do Estado assim como foi a permuta para a construção do shopping Mangabeira. Livânia disse que só as mulheres que estão lá na cadeia sabem o que é conviver num prédio antigo, sem ventilação e insalubre e que agora podem ter a esperança de cumprirem suas penas num presídio amplo, moderno e que ofereça dignidade para se ressocializarem na sociedade. “Nosso desafio agora é transformar esse acordo em lei e iniciar essa mudança que vem a beneficiar a todos”, finalizou.
 
Fonte: Secom