Deputados derrubam veto e latas de bebidas na Paraíba terão que ter selo higiênico

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rograma de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) e a Promotoria de Justiça do Consumidor em conjunto com o Conselho Regional de Medicina, Crea, Vigilância Municipal de Saúde e Corpo de Bombeiros realizaram fiscalização determinaram a suspensão de recebimento de pacientes para qualquer procedimento cirúrgico da Clínica de Urgência de Ortopedia de João Pessoa (antigo Pronto Socorro de Fraturas) até que sejam regularizados os procedimentos éticos exigidos pelos órgãos.
 

De acordo com o Gerente da Vigilância Sanitária Municipal, José Alberto, as UTIs Neonatal e CTI não têm condições necessárias para atender as necessidades que um paciente em estado crítico necessite. "Estamos suspendendo os atendimentos de novos pacientes e de qualquer procedimento que necessite de internação nas UTIs Neonatal e CTI, devido a situação crítica que encontramos nesses setores que ficam no Centro de Materiais Esterilizados, com relação a estrutura e funcionamento que implicam em risco ao paciente", disse José Alberto explicando que os pacientes que estão internos nesses setores continuam, mas o hospital só receberá novos pacientes após regularizar todas essas pendências.

Já o diretor do Conselho Regional de Medicina, João Alberto, explicou que a Clínica de Ortopedia vem atuando com precariedades. Médicos estão atuando em vários setores e deixando de exercer a atividade específica, além de identificar falta de registro e de direção técnica do hospital junto ao Conselho. "O hospital está funcionando irregularmente, os serviços foram ampliados sem controle e sem autorização do conselho e da vigilância, além da razão social do hospital que além de atender a ortopedia está atendendo a outras especializações", disse.

Na ocasião, o Corpo de Bombeiros interditou o terceiro pavimento que está em construção para que se coloque de imediato a rede de hidrante e o detector de fumaça que são fundamentais para que não haja nenhum acidente.

Segundo o promotor Glauberto Bezerra, a ação faz parte do Programa de Prevenção de Acidentes de Consumo, desenvolvido pelo MP-Procon. "Temos um programa de contenção à violência silenciosa. Violência não se comete só com arma de fogo, a violência silenciosa existe e causa transtorno ao consumidor, afetando sua vida diária e, muitas vezes, ele não percebe", disse.

 

Participaram da fiscalização o diretor-geral do MP-Procon, Glauberto Bezerra, fiscais do MP-Procon, a Gerência de Vigilância Sanitária de João Pessoa, os Conselhos Regionais de Medicina, Farmácia, Odontologia, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil.

 

 

 

 

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