Deputado reclama de 'troca-troca' de prefeitos em Santa Rita e pede intervenção no município

Deputado reclama de 'troca-troca' de prefeitos em Santa Rita e pede intervenção no município

O deputado estadual, Zé Paulo (PC do B), reclamou do troca-troca de prefeitos em Santa Rita e defendeu intervenção do Estado no município. Em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação nesta quarta-feira (30), o deputado que especula-se ser pré-candidato àquela prefeitura não poupou críticas a Reginaldo Pereira (PRP) e Netinho (PR).

Zé Paulo chegou a afirmar que acredita que a instabilidade política existente em Santa Rita é fruto de um açodo entre os dois gestores. “um passa 10 meses, depois o outro volta e cria um clima de instabilidade, ninguém sabe quem é o prefeito, ninguém pode instalar nada e o povo está sendo prejudicado. Inviabiliza uma administração que já não existe, não se faz nada, não se calça uma rua, nem constrói um colégio...”, reclamou.

O parlamentar criticou ainda que os órgãos da prefeitura estão parados há quase 10 dias. “Ouvi falar que até os computadores não se encontram mais no município. Quando vai entrar Netinho, Reginaldo leva os computadores. Você é prejudicado enquanto cidadãos que dizem ser prefeitos de Santa Rita nunca geraram nenhum emprego. Se a intenção fosse melhorar o município tudo bem, mas não é. Lá se vão três anos e nada foi feito”, disse.

“Não sei se o Ministério Público tem conhecimento, mas a população está sendo penalizada hoje, quando chega não encontra ninguém para atender, dizem que os computadores não estão e não tem como trabalhar”, apontou.

O deputado também defendeu intervenção estadual no município, para ele, deveria ter sido feita desde que saiu Netinho e entrou Reginaldo da última vez. “Não querem o bem de Santa Rita, mas sim extorquir o município. Vi assessores de primeiro escalão dos dois governo que passaram de nove a dez meses dentro da prefeitura e que não tinham nada, nem família rica, não herdaram nada e hoje andam de carro importado. Teve um deles que instalou uma empresa no valor de R$ 500 mil reais e querem levar o que o município tem e nada fazer pela população”, criticou. 

 

 


Marília Domingues / Fernando Braz