Contrato da ANP e UFPB vence e combustíveis ficam sem fiscalização de qualidade

Contrato da ANP e UFPB vence e combustíveis ficam sem fiscalização de qualidade

Os combustíveis vendidos nos postos da Paraíba estão sem monitoramento de qualidade após contrato da ANP (Agência Nacional de Petróleo) com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) ter vencido em março deste ano. De acordo com o Boletim Mensal de Monitoramento de Combustíveis da ANP, nenhum posto de combustível no estado foi monitorado no último mês de agosto.

O monitoramento dos postos serve de bússola para o trabalho de fiscalização da agência, que pode gerar multa e mesmo fechamento de postos. A ANP atuava na rede do PMQC (Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis), mas o problema começou em março, quando venceram contratos das universidades federais da Paraíba, do Piauí e do Rio Grande do Norte, segundo os dados do boletim mensal.

Segundo a ANP, o monitoramento na Paraíba deixou de ser feito porque o contrato terminou sem a possibilidade de renovação automática. A agência informou, por meio de nota, que está fazendo novas licitações para a escolha de laboratórios e que em 2016 o programa voltará a ser feito normalmente. "Enquanto isso, reforçamos a fiscalização com a realização de mais de 60 forças tarefas este ano, além da fiscalização normal da ANP", disse a agência.

A redação do ClickPB entrou em contato com a UFPB para esclarecer a informação sobre o fim do contrato, mas a Chefia de Gabinete da Reitoria da instituição informou que só poderia se pronunciar sobre o assunto no final da tarde desta quarta-feira (14).

Além da Paraíba, mais 18 estados e o DF estão na mesma situação. Os estados do Acre e Rondônia, por exemplo, estavam sem monitoramento desde 2011. Os demais Estados sem monitoramento são: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.

 

 

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