Confiante, Campos aposta em reeleição de RC e alfineta Dilma; 'ficou em dívida com a PB'

Confiante, Campos aposta em reeleição de RC e alfineta Dilma; 'ficou em dívida com a PB'

O presidenciável, Eduardo Campos (PSB), acaba de chegar ao aeroporto de João Pessoa e concedeu entrevista ao programa Rede Verdade da Arapuan FM. Com a campanha a pleno vapor, entre declarações sobre o plano de governo, Campos aproveitou para alfinetar a presidente Dilma Rousseff (PT) e ressaltou dívida do Governo Federal com a Paraíba.

Campos afirmou que tem andado, juntamente com Marina, pelas principais cidades do país e reunindo lideranças políticas e a sociedade. “Precisamos tirar o Brasil do caminho errado e colocar no caminho certo. Sou do Nordeste, conheço a região e temos compromisso de construir um programa com olhar para o Nordeste, como ele merece. Olhe para a Paraíba, há uma ausência do Governo Federal. Vai começar um tempo bom para a Paraíba, quando o Brasil tiver governado por um nordestino”, declara.

Para Campos, o Brasil parou de melhorar e começou a piorar. Ele destacou que Dilma não conseguiu manter as conquistas alcançados pelo ex-presidente Lula e não pode fazer as mudanças que ele não conseguiu fazer.

 

O presidenciável defendeu-se quando questionado a respeito das críticas, se elas existiam antes do rompimento com o atual governo. “Claro que sim”, garantiu, além disso, citou que nas eleições para prefeito, o PSB disputou com o PT em diversas capitais (inclusive em João Pessoa).

 

Em clima de ‘já ganhou’, Campos elogiou também o governo de Ricardo Coutinho (PSB) na Paraíba e destacou que o socialista ‘vai ter a oportunidade’ de um segundo mandato para fazer ainda mais e ‘vai contar com um presidente da república para ajudar’.

A dívida com a Paraíba, citada pelo presidenciável, é a respeito da transnordestina que não contempla o Estado, a falta de investimentos no Porto de Cabelo, as estradas, que de acordo com Campos, foram prometidas e não foram ainda duplicadas. Ele explicou que é preciso direcionar a Paraíba investimentos privados que possam estruturar cadeias produtivas como a Fiat que foi conquistada para Pernambuco. 


Marília Domingues