Chica Motta dá versão sobre envolvimento esquema de corrupção: 'irresponsáveis e mentirosos'

Chica Motta dá versão sobre envolvimento esquema de corrupção: 'irresponsáveis e mentirosos'

Encrencada com uma operação que recebeu o batismo sugestivo de “Desumanidade”, a prefeita e ex-deputada Francisca (Chica) Motta (PMDB), de Patos, distribuiu uma nota, através da Procuradoria Geral da Prefeitura da qual é gestora, resignada pelo envolvimento do seu nome em supostos malfeitos. Ela está sendo acusado de atos de improbidade administrativa, conforme inquérito civil instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF), com base em grampos telefônicos.

De acordo com o procurador do município Walber Rodrigues Mota (escrito com um “t”, mesmo), os ataques são “irresponsáveis” e “mentirosos” e ressalta “a reputação da edilidade patoense e a honra da Prefeita Francisca Motta”. Conta, ainda, que ocorre “após a veiculação de notícias criminosas, não oficiais, afirmando que o Ministério Público Federal pediu suposta condenação da gestora de Patos por corrupção”.

Em seu escrito publicado no portal Patosonline, o procurador “deixa claro que a cada dia está mais evidente o desespero, o despreparo e o desrespeito dos que torcem contra Patos e que exercem a política do quando pior melhor na cidade”. Ele ressalta, também, que “criou-se uma indústria de multiplicação de suspeitas em período pré-eleitoral, cuja finalidade baseia-se em cria, montar e editar conteúdo seletivo, disperso, que corre em segredo de justiça”.

Continuando, diz que tem o objetivo de “tentar manipular a opinião pública e denegrir a imagem da gestão municipal e de sua gestora, cuja história de trabalho no Estado da Paraíba é incontestável, sobretudo, pela atuação ficha limpa…”.

“[…] O que estamos acompanhando diariamente são gravações editadas, montadas, com veracidade não atestada, sendo espalhadas com fins claramente eleitoreiros. Tais gravações estão em segredo de justiça, ao qual a Prefeitura não tem se quer como se posicionar, porque não foi informado oficialmente se pertence ao processo”.

A nota segue com afirmações que “a Prefeitura de Patos não se furtará em identificar os responsáveis pelas sucessivas tentativas de denegrir a imagem da Prefeitura de Patos”. Comenta que “o que estamos pedindo à justiça é que procure os responsáveis, os encontre e os puna”.

Para o procurador, conforme matéria veiculada pelo portal, “a divulgação desses áudios, que pertencem a um processo jurídico em andamento constitui crime punível, principalmente por estarem sendo usados de forma seletiva, editada e eleitoreira. A Prefeitura de Patos vem sendo alvo de uma campanha difamatória ardilosa, por meio de artifício de montagens”, acredita.

 

 

 

 

 


Marcone Ferreira