Charliton alfineta Manoel Jr, Cássio e bancada governista na Câmara de JP em 'pérolas' da semana

Charliton alfineta Manoel Jr, Cássio e bancada governista na Câmara de JP em 'pérolas' da semana

O presidente do PT na Paraíba, Charliton Machado, fez críticas a conjuntura política nacional e regional neste domingo (20). Na rede social, Facebook, o dirigente partidário listou o que ele taxou de pérolas da semana.

Primeiro Charliton criticou a fala de Manoel Júnior (PMDB) que afirmou não defender o presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Manoel Júnior junto com Wellington Roberto são os únicos paraibanos no Conselho de Ética e Decoro parlamentar da Câmara e ambos votarão pelo arquivamento do pedido de cassação de Cunha, porém, foram derrotados por 11 x 9. 

Em seguida, o petista destacou a fala de Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado. Charliton ilustrou com risos o fato de Cássio ter dito que a condenação do ex-senador tucano Azeredo, após 18 anos, ter sido um ato de injustiça. Vale lembrar que Cássio é um dos defensores do impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT).

Ainda sobre o PSDB, o dirigente afirmou que o presidente do PT e "jornalistas da Paraíba" terem dito que não havia povo em manifestação contra o impeachment. As manifestações da quarta-feira 16 levaram mais pessoas que os atos contra a presidenta, porém a oposição afirmou que as pessoas que estavam nas ruas eram de movimentos sociais e não o povo. O petista também riu desta situação.

Voltando-se para João Pessoa, o petista criticou a base do seu antigo colega de partido, prefeito Luciano Cartaxo (PSD), por aprovar um voto de aplauso ao prefeito pelo pagamento do salários dos servidores. 

Finalizando, Charliton citou o fato de a oposição ter comemorado o voto do Ministro Luis Edson Fachin - que se posicionou favorável a eleição da comissão do impeachment por voto secreto, além de ser a favor também da 'chapa alternativa' e não dar ao Senado poderes de barrar o processo -, mas "chorado" com o do ministro Roberto Barroso - que destacou que o Supremo "não tem lado" e invalidou a chapa alternativa, além de reconhecer o poder do Senado de barrar o processo.

 

 

 

Paraíba.com.br