Catão reconhece equívoco de auditoria, mas afasta má-fé do Tribunal de Contas

Catão reconhece equívoco de auditoria, mas afasta má-fé do Tribunal de Contas

O corregedor do Tribunal de Contas do Estado, Fernando Catão, se posicionou, nesta quarta-feira (10), sobre Incidente de Falsidade  protocolado pelo advogado da coligação ‘A Força do Trabalho’, Fábio Brito, no Tribunal Regional Eleitoral, contestando informações cedidas pelo TCE para ação da coligação ‘A Vontade do Povo, que  pede a cassação  do governador Ricardo Coutinho.

Catão reconheceu equivoco de auditoria e afirmou que  não houve má-fé no fornecimento das informações solicitadas pelo TRE.

“Apenas houve uma não subtração de 29 mil aposentados e 11 mil pensionistas. Não há má-fé. Eu quero afirmar que não temo nenhum dos escribas a serviço de quem quer que seja. Não tenho dúvida da retidão da nossa auditoria”, declarou Catão em entrevista a imprensa.

O Incidente de Falsidade protocolado contesta a veracidade de documento encaminhado pelo  TCE que aponta um excesso de  contração de servidores  por parte do Governo do Estado em 2014, ano eleitoral. O advogado explicou que os números apresentados de cerca de 40 mil servidores não condiz com a realidade. De acordo com Fábio Brito, os dados podem influenciar a corte  em julgamento de ação.

 

 

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