Arnaldo Monteiro não acredita em favoritismo de Galdino para Mesa da AL e destaca: 'tudo pode acontecer'

Arnaldo Monteiro não acredita em favoritismo de Galdino para Mesa da AL e destaca: 'tudo pode acontecer'

O deputado Arnaldo Monteiro afirmou que a Assembleia Legislativa (AL) negou favoritismo de Adriano Galdino (PSB) na disputa pela Mesa Diretora e destacou que ‘tudo pode acontecer’.


Em entrevista ao Sistema Arapuan, nesta terça (27), afirmou que a Casa é independente e apesar de ser um deputado de oposição, quando havia matérias em benefício da Paraíba votou a favor, quando não concordo voto contra. “Não podemos estar balançando a cabeça, senão não poderia ser deputado”, diz.


Questionado a respeito da orientação do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o deputado afirmou que se o tucano deu orientação para a bancada do partido, tem todo o direito. “Ele é o representante maior do PSDB na Paraíba, mas não existe essa história de candidato de oposição, não existe candidato de grupo político, não temos nenhuma candidatura assim. A opinião dele em relação ao PSDB é extremamente válida como qualquer outra direção partidária”, conta.


O deputado afirmou que não há como ter a quantidade dos votos na ponta do lápis antes do dia 1°. “Como toda eleição tem suas emoções quem disputa acredita que vai vencer se não se acreditasse na vitória ninguém era candidato. É natural a disputa de cargo, todos pretendem vencer”, diz.


Monteiro destacou que não pode fazer análise da candidatura de Adriano Galdino porque não vota nele, mas faz análise de Ricardo Marcelo, pelo trabalho que ele ‘desenvolveu na AL’.


“Não existe favoritimo em disputa e a história tem mostrado. Não acredito em favoritismo, são 36 membros, pode acontecer de tudo e não acontecer nada. História de lista é uma opinião pessoal minha, somos livres para tomar nossas posições”, diz.


Confinamento - O deputado afirmou que não houve nenhum candidato falando em confinamento e acredita que essa história é uma 'piada de mal gosto' e 'desgaste para a casa'. 

"Sou do tempo que confinamento era para boi, para engorda, mas se esconder para poder votar... se um candidato perdi para me confinar, não vai mais ter meu voto", garantiu.

A prática é muito comum, principalmente em eleições de presidência de casas legislativas. 

 
 
 


Marília Domingues / Anderson Soares