Após alta nos preços dos combustíveis, Sindipetro diz que situação deve voltar ao normal nesta quarta

Após alta nos preços dos combustíveis, Sindipetro diz que situação deve voltar ao normal nesta quarta

Os preços da gasolina na Paraíba só devem voltar ao normal na quarta-feira (30). Isto porque de acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Derivados de Petróleo no Estado da Paraíba (Sindipetro-PB), Omar Hamad, o desabastecimento dos postos no final de semana aconteceu devido ao atraso em um navio de entrega do produto.

O desabastecimento fez com que o preço dos combustíveis chegassem a R$ 4,15 nesta segunda-feira. De acordo com Omar, o abastecimento só deverá ser normalizado na quarta-feira (30).

A respeito da alta estratosférica, o presidente do Sindipetro afirmou que se deu devido a lei da oferta e da procura, mas aponta que essa alta será temporária. A gasolina estava sendo comercializada entre R$ 3,25 e R$ 3,61, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Procon no dia 10 de dezembro. 

Nesta segunda, a variação ia de R$ 3,59 no bairro do José Américo a R$ 4,15, em um posto em Mangabeira. 

No feriado, o sindicato informou que aconteceu o atraso na chegada de um navio com combustíveis. A embarcação deveria ter atracado no Porto de Cabedelo na quarta-feira (23), mas que só deve chegar nesta terça-feira (29) e a partir da quarta-feira o abastecimento será normalizado. Com isso, o preço deve cair conforme o combustível volte aos postos.

Segundo o presidente do Sindipetro-PB, o aumento do preço acontece apenas em alguns pontos da cidade, mas que a maioria dos postos não alterou o valor do produto. “Os postos que possuem bandeira não tiveram seu abastecimento comprometido e o preço continua do mesmo jeito. O que aconteceu em alguns postos é que com a falta de produto, quem não tem o combustível ou quem tem muito pouco, está valorizando mais seu produto e por isso os preços subiram nestes locais”, explicou.

Hamad comenta ainda que a questão do aumento dos preços é livre e que os empresários é quem devem resolver qual o preço que vai praticar dentro do estabelecimento comercial. “O sindicato não interfere de forma alguma em relação ao preço. O comerciante opta pelo preço que quiser, não há uma orientação, por parte do sindicato, sobre qual preço deve ser praticado”, comenta.

Por nota, o Procon-JP informou que uma equipe do órgão vai ser reunida para analisar com calma o que aconteceu. O secretário Helton Renê disse que a falta de gasolina em alguns postos não pode justificar o aumento, e que os postos serão notificados e chamados para explicar a alta nos preços.

 

 

 

 

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