Apesar de cotado, Hugo Motta prefere não se pronunciar sobre presidência da CPI da Petrobras

Apesar de cotado, Hugo Motta prefere não se pronunciar sobre presidência da CPI da Petrobras

O deputado federal paraibano Hugo Motta (PMDB) prefere não se pronunciar sobre a sua indicação para presidir a nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás. Apesar da escolha ter sido anunciada pela liderança do PMDB na Câmara Federal, nesta sexta-feira (20), o parlamentar ainda não recebeu o convite formal. A instalação da nova CPI só acontece no próximo dia 26 (quinta-feira). 

Sobre o fato de não ter assinado o requerimento solicitando a criação da nova CPI da Petrobras, no mês passado, Hugo Motta informou que não foi procurado para assinar o documento, que foi protocolado com 182 assinaturas, pouco mais do que as 171 necessárias. "Acredito que, ao atingirem um número satisfatório de adesões, a oposição decidiu não perder tempo recolhendo mais assinaturas", analisou o parlamentar paraibano.

Assinaturas

Apenas quatro dos 12 deputados federais da Paraíba participaram da assinatura do requerimento a favor da criação da CPI da Petrobras na Câmara Federal: Pedro Cunha Lima (PSDB), Efraim Filho (DEM), Welington Roberto (PR) e Wilson Filho (PTB). A criação de uma nova CPI da Petrobras recebeu o apoio de dezessete partidos na Câmara dos Deputados, entre eles oito da base do governo.

 

 

 

 

Assessoria