Adriano Galdino condena caos na saúde de CG e busca apoio de 10 partidos para eleições de outubro

Adriano Galdino condena caos na saúde de CG e busca apoio de 10 partidos para eleições de outubro

O pré-candidato a prefeito de Campina Grande e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), criticou nesta quarta-feira (13) a situação dos serviços de saúde da Rainha da Borborema. Segundo o deputado, a população da cidade tem passado por um verdadeiro sofrimento quando necessita de algum atendimento médico ou outro serviço de saúde. A declaração do pré-candidato foi feita durante entrevista a um programa de rádio na Capital.

Adriano disse que está dialogando com os partidos da base aliada com vistas às eleições de outubro e que, a partir de maio, deve anunciar os partidos que vão compor o arco de alianças. "Estamos conversando com aproximadamente 10 partidos e esperamos até o início da campanha angariar o maior número possível de legendas", concluiu.

Adriano Galdino destacou na entrevista que tem conversado bastante com a população de Campina Grande e tem percebido muitos problemas em diversos setores da atual administração. Mas a queixa principal do povo é com relação ao setor de saúde. "Por onde eu ando, converso com a população de Campina e ouço uma reclamação geral com o setor de saúde. "Reclamam de falta de medicamento, demora para marcar uma consulta, exame e cirurgia", pontuou.

O pré-candidato defende o modelo de administração do governador Ricardo Coutinho para Campina, com equilíbrio fiscal, obras de infra-estrutura em diversas áreas e implantação do Orçamento Democrático. "Promover o encontro do gestor com a população para ouvir as principais demandas é benéfico para o Governo como para população", disse.

Galdino disse que Campina precisa de um gestor de pulso para comandar a saúde de Campina, para que possa dialogar com todos os funcionários, fornecedores e donos de hospitais e clínicas. Além disso, o pré-candidato comentou que a Prefeitura de Campina tem quase de R$ 20 milhões empenhados e não pagos, conforme informações do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).

Ele disse que é preciso "promover o equilíbrio financeiro da Prefeitura de Campina, a humanização do atendimento no setor de saúde para que as pessoas tenham a garantia ao direito de ter a saúde à sua disposição e fazer obras pontuais com responsabilidade financeira".

 

 

 

Tabajara