Acusado de matar enfermeira em Campina Grande é preso com armas e dinamites

Acusado de matar enfermeira em Campina Grande é preso com armas e dinamites
Policiais civis da Delegacia de Homicídios em Campina Grande, comandados pelo delegado Francisco de Assis Silva,  prenderam por volta das 05h30 desta terça-feira (12/05), na invasão do Bairro Dinamérica em Campina Grande, Rogério Pereira de Farias, 22 anos.

Ele foi preso na localidade “sovaco da cobra”.

Rogério é acusado da morte da enfermeira Aucilene de Almeida Lucena.
O crime ocorreu na manhã do dia 18 de abril, na Avenida Eduardo Magalhães em Bodocongó.

Na casa onde o acusado estava foram encontrados celulares e bananas de dinamite.

Às 10h00 desta terça-feira, durante uma coletiva, a polícia informará como aconteceu a prisão e como identificou o suspeito.
 
O CRIME
Às 06h40 do dia 18 de abril, na Avenida Eduardo Magalhães (canal de Bodocongó), a enfermeira Aucilene de Almeida Lucena, que completaria 33 anos no dia 24 de maio, foi assassinada com dois tiros (no tórax e na cabeça) quando conduzia sua moto.

Segundo o que a polícia militar conseguiu apurar, Aucilene foi vítima de uma tentativa de assalto e provavelmente não percebeu a ação dos bandidos que estariam em outra motocicleta de cor preta.

“Provavelmente ela não ouviu os ladrões que emparelharam o veículo deles com a moto dela, ou ela ao perceber teria tentado fugir”, disse o sargento David.

Dias depois, o delegado Francisco de Assis também confirmou ao blog que o crime tinha características de latrocínio.

O SAMU realizou o socorro, mas infelizmente a mulher não resistiu.
Aucilene trabalhava no Hospital da FAP, em Bodocongó e morava na Rua Coroa de Frade, nas Malvinas. Ela se dirigia ao trabalho.

O crime aconteceu no sentido Santa Bárbara/Bodocongó, próximo ao posto Norberto.

Ela era casada e deixou um filho menor de idade.
 
 
 


renatodiniz.com