Fiéis aguardam evento em Copacabana

25/07/2013 16:38

"Só o fato do papa parar, olhar e dar um sorriso, já faz diferença", diz a pedagoga Maria Marta Novaes dos Santos, membro da comunidade Emanuel, que trabalha com projetos sociais da Igreja Católica.

Seguindo o perfil de bastante interação com os peregrinos, o papa Francisco bebeu chimarrão ofertado pelos fiéis no caminho de papamóvel até o palco da Jornada Mundial, no Leme, Copacabana.

"O papa Francisco é jesuíta, que são muito estudiosos. Ele deve ter pesquisado muito sobre a realidade do Brasil antes de vir", diz a pedagoga Maria Marta Novaes dos Santos, membro da comunidade Emanuel, que trabalha com projetos sociais da Igreja Católica.

"Eles são os protagonistas de  um mundo novo que  sonhamos acontecer", diz dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, sobre os peregrinos da Jornada Mundial da Juventude.

Em Copacabana, o papa será presenteado com uma imagem da santa que dá nome ao bairro. No trajeto entre os fortes de Copacabana e do Leme nesta noite, está prevista uma parada na Avenida República do Chile. Lá, o pontífice receberá a réplica de uma imagem que será oferecida por fiéis da Paróquia Nossa Senhora de Copacabana. Outro marco da visita do papa será uma estátua de São Francisco de Assis, de 2,3 metros, que será instalada em definitivo na semana que vem em Copacabana, na Praça do Lido. (Heloísa Aruth Sturm)

Fiéis levam Cruz Peregrina e Ícone de Nossa Senhora ao palco da Jornada Mundial da Juventude em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro, a previsão para o resto do dia é de chuva fraca e temperatura mínima de 12°C.

Milhares de fiéis já estão na praia de Copacana, onde mais tarde o papa Francisco fará sua primeira participação oficial na Jornada Mundial da Juventude. A previsão é de que Francisco chegue às 17 horas, quando deve desfilar pela avenida Atlântica no papamóvel até chegar ao palco para a cerimônia. São esperadas mais de 1,5 milhão de pessoas.

Após as críticas do Papa Francisco à política de pacificação do Rio, o governador Sérgio Cabral e o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, informaram por meio de assessores que não comentariam as declarações. Na favela da Varginha, na manhã desta quinta-feira, Francisco afirmou que a pacificação segrega a população da periferia. Segundo o pontífice, “nenhum esforço de pacificação será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que abandona na periferia parte de si mesma"

Já não existem mais lugares em toda a extensão da Avenida Atlântica na "primeira fila" dos gradis colocados para permitir a passagem do papa Francisco no papamóvel, daqui a alguns minutos, na praia de Copacabana. Agentes da Força Nacional de Segurança guardam o lugar por onde passará o pontífice e, vez ou outra, alguns fazem a função de fotógrafos, atendendo aos pedidos dos peregrinos e fiéis.